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Thyago Ramon
O objetivo do projeto é converter em hotel a antiga Casa do ex-governador João Pessoa, localizada na cidade de João Pessoa. O projeto prever, além do programa de necessidades comum de um hotel, um bar e um restaurante. As edificações existentes não são suficientes para todo o programa, gerando a necessidade de propor uma nova edificação. Visto que o programa que necessita de maior espaço é o hotel, este foi destinado à nova edificação, o Restaurante à antiga casa, e o bar, o menor dos programa na garagem. O Anexo tem um total de 3 pavimentos e 2 subsolos, nos subsolos estão o estacionamento e as áreas técnicas, no térreo a parte administrativa, sala de funcionários, depósitos, recepção e auditório, nos dois pavimentos superiores estão as suítes. Ao chegar no hotel, o hospede tem contato com um grande saguão com pé direito triplo e iluminação zenital, um pátio interno que articula a edificação ao seu redor. Buscou-se utilizar grandes aberturas que em conjunto com o vão central do saguão permitem a circulação dos ventos. As grandes aberturas também geram boa iluminação e são protegidas do incidência solar em excesso por uma série de brise seil que recobrem as fachadas voltadas para o nascente e poente. As empenas cegas, voltadas para a rua, na fachada frontal, foram tratadas de forma especial para minimizar o impacto negativo das fachadas cegas na paisagem urbana. Em uma delas foi colocado um jardim vertical, que se relaciona muito bem com o canteiro central arborizado da avenida onde está inserida, e em outra, a fachada foi revestida em aço corten, e faz um belo contraste com o verde do jardim vertical, causando diferentes impressões à quem observa, contribuindo para uma paisagem mais dinâmica e acolhedora.
Proposta de Unidade Básica de Saúde para a cidade de Sousa, localizada em pleno sertão da Paraíba, sendo assim, o edifício alem de cumprir as funções de atendimento a população, deveria se adaptar ao clima difícil da região, que tem forte insolação e longos períodos de seca.Proteger o interior da edificação das altas temperaturas externas foi a solução encontrada para proporcionar conforto térmico em meio a esse clima, para isso, utilizamos paredes externas duplas e um sistema de brises que impede a incidência direta da radiação na edificação. A cobertura é composta por telha metálica termoacústica, e fica elevada em relação ao nível da edificação criando um "colchão de ar" entre a cobertura e o edifício, isso ajuda a diminuir a passagem de calor da cobertura para seu interior.Outra estratégia usada no projeto foi criar um microclima no interior da edificação, para isso localizamos todas as salas principais no pavimento superior, e no térreo criamos um jardim localizado próximo a rampa de acesso, essa área integra a parte externa e interna de forma agradável e por ser um local de acesso livre funciona como local de encontro para a população.As arvores envolta da edificação seriam de altura mediana e serviriam para impedir a passagem direta do ar quente da região para a edificação, empurrando o ar para o pátio interno da edificação onde o clima é mais ameno e úmido, e daí o ar é distribuído pelo átrio central para todo edifício.
Projeto premiado com a segunda colocação em concurso realizado para estudantes. A proposta consiste em um anexo para o Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha.No intuito de privilegiar o espaço urbano, o concreto se molda de tal maneira a provocar, assim como convidar seus habitantes. Sob esta ideia foi formulada a proposta do anexo do Museu Brasileiro da Escultura, o MuBE; inspirando-se na relação do mesmo com o espaço urbano, propõe-se espaços públicos em vários níveis do anexo, também valendo-se das condições geográficas do terreno como definidora do partido arquitetônico; sem esquecer sua relação com o entorno, encontram-se áreas verdes em meio a sisudez do concreto.Os ambientes do Anexo foram dispostos em diferentes cotas, referência direta ao MuBE, os desníveis estão explícitos e a observação do edifício feita do exterior gera inevitavelmente a curiosidade de saber como ele se configura. Sendo moldado por seus trajetos, como um elo de ligação entre MuBE e MIS,no momento em que seu involucro é uma escultura ritmada.No nível mais baixo (o subsolo) encontrasse o estacionamento, onde, saíndo de seu veículo o visitante é guiado intuitivamente para o átrio de acesso, que se destaca por sua transparência em meio ao ambiente impessoal do estacionamento. A partir do átrio o visitante se direciona para o foyer por meio da escada escultórica de concreto armado ou por elevador. O foyer está no nível da praça, contendo em determinado espaço um pé direito duplo, onde podem ser expostas peças de grande porte, suprindo assim uma certa carência do MuBE e se destaca por ser o ponto focal do Anexo.O espaço de transição entre os ambientes é composto por lances de rampas, que vencem os diferentes níveis do edifício. Elas são envolvidas por paredes de concreto translúcido que proporcionam uma atmosfera de ambiguidade entre solidez e transparência, gerando uma sensação de paredes vivas a partir da circulação dos visitantes. Ao sair do foyer e passando pelo primeiro espaço de transição encontra-se a galeria permanente, desta às galerias temporárias passa-se por outro espaço de transição semelhante ao anterior. Essas galerias caracterizam-se pela flexibilidade do espaço, permitindo ser configurada de acordo com as necessidades das exposições. Por último, um espaço de transição semelhante aos demais, leva os visitantes das galerias temporárias ao mezanino, onde está locado o café, com vista para a escadaria externa que conecta o anexo à praça do MuBE, havendo no local um elevador que possibilita o deslocamento de qualquer indivíduo.Em relação aos materiais do anexo, foi proposta a utilização do concreto armado e aparente, assim como no MuBE; e como diferencial para conferir mais transparência à edificação foi sugerida a utilização do concreto translúcido e um grande pano de vidro como um limite entre as praças e o anexo.Equipe: Thyago Ramon, Freed Rennan, Mayara Maria, Pedro Paulino, Rafael Wanderley.Ano do projeto: 2013Organização do concurso: Projetar.org
O prédio da FAU, projetado por Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, é um dos principais ícones da arquitetura brasileira e foi fundamental para a evolução do ensino da arquitetura no Brasil. Sua biblioteca conta com um grande acervo de projetos, que além da produção interna da faculdade guarda projetos de grandes arquitetos como Gregori Warchavchik, Rino Levi, Paulo Mendes da Rocha, Oscar Niemeyer e Affonso Eduardo Reidy. A FAU porém, não tem a estrutura necessária para armazenar esse acervo de forma adequada, existem projetos antigos que demandam tratamento especial, além do espaço físico que atualmente é insuficiente para a demanda crescente. Esta proposta foi elaborada para solucionar este problema e propõe criar um edifício anexo a FAU que se relacione com ele de forma harmônica e digna. A FAU é um edifício que faz mais que atender a um determinado uso, sua arquitetura além de prover abrigo gera sensações! Explora a relação entre o edifício e seus usuários foi a base para a elaboração desta projeto.O programa de necessidades foi distribuído em 4 níveis: Nível 1O térreo, firma uma relação direta com a FAU, grande parte de sua área é livre gerando uma praça sob pilotis. É um espaço informal de estar e descanso que funciona como elo de transição entre o interior e exterior. A entrada do Arquivo está voltada para a FAU, reforçando a conexão entre os dois prédios, a sala de recepção está elevada em relação a praça, proporcionando a quem estiver ali uma vista total da praça. A partir da recepção a conexão com o segundo nível pode ser feita de duas maneiras: através de rampas que contornam o edifício e criam um passeio através das galerias, ou de forma direta utilizando a escada ou elevador.Nível 2Nele estão as duas galerias e a sala de consulta. Estes ambientes foram dispostos de forma escalonada, a primeira galeria, mais próxima da FAU, está no ponto mais baixo, a segunda galeria no ponto médio, e a sala de consulta no ponto mais alto. O fechamento dessas salas é em vidro, que isola acusticamente cada ambiente e permite a interação visual entre eles. Embora sejam ambientes distintos, a permeabilidade visual faz com que os três ambientes pareçam um só e o escalonamento permite a interação destes com a FAU.Níveis 3 e 4Os dois últimos níveis são de acesso restrito, no terceiro nível está o arquivo, com conexão direta com a sala de consulta localizada logo a baixo. No quarto nível estão as salas de processamento e de restauro conectadas diretamente á sala de arquivo localizada no nível abaixo. Estas salas também tem fechamento em vidro, o que permite conexões visuais interessantes entre vários pontos do prédio através dos vazios que dividem o edifício.Sistema de proteção solarO uso do vidro é predominante no prédio, para protege-lo da incidência direta dos raios solares uma “pele” envolve todo edifício. Esta pele tem duas partes, a primeira protege os dois últimos níveis, que exigem controle rígido da insolação e luminosidade, devido a isto, esta parte da pele é composta por brises de concreto pré-moldado com espaçamento mínimo entre um e outro.A segunda parte da pele é mais aberta e envolve os dois primeiros níveis do prédio onde não é necessário um controle tão rígido da luz solar. Esta parte da pele é composta por jardineiras suspensas que criam um jogo de cheios e vazios na fachada. Além das questões relacionadas ao conforto, a fachada do Arquivo foi desenvolvida com a preocupação de manter a continuidade visual gerada pela fachada da FAU.ConstruçãoEsta proposta visa uma construção rápida e seca, com uso racional dos materiais e flexibilidade para modificações futuras. Foi utilizado vigas e pilares metálicos, lajes mistas tipo steel deck, piso em cimento queimado e fechamentos de vidro e placas cimentícia. A coberta faz parte de um sistema de captação de agua da chuva com filtragem natural feita pela cobertura vegetal da coberta. Após filtrada a agua é direcionada para o espelho d’agua localizado na praça do térreo, deste local a agua é transferida lentamente através de poros para o reservatório final, localizado abaixo do espelho d’agua.TecnologiaAlém de armazenar seu acervo fisicamente, o Arquivo da FAU é proposto com a função de digitalizar todos os seus documentos e armazena-los virtualmente. A sala de consulta é equipada com telas touch screen de 42 polegadas conectadas ao banco de dados do Arquivo, nelas os visitantes poderão acessar todos os projetos. Além do edifício, estas copias virtuais podem ser disponíveis para todos e em qualquer lugar através da internet.